“A decisão da Grécia de organizar um referendo sobre a proposta dos credores é um sinal suplementar de que o governo de Tsipras vai privilegiar a política interna em detrimento da estabilidade económica e financeira (e) do pagamento da dívida”, justificou a agência, em comunicado.

Alexis Tsipras, o primeiro-ministro grego, rejeitou na sexta-feira as propostas dos credores, que incluíam cortes na pensões e aumentos de impostos, e surpreendeu ao convocar um referendo a 5 de Julho, para perguntar aos gregos se aceitam ou não as propostas.