Em 2015 os contratos a termo e os de prestação de serviços ultrapassaram a barreira dos 820 mil, para níveis de 2011, escreve o Diário de Notícias. Só no terceiro trimestre os que trabalhavam por conta própria ascendiam a 805 mil.

Portugal entrou em 2011 com 838,1 mil pessoas em situação precária, um número que subiu para 877,6 mil no trimestre seguinte. A partir daí, o movimento foi o inverso, com algumas oscilações pelo meio, até ter caído para os 720 mil no quarto trimestre de 2014.

Segundo dados do INE, o país entrou em 2015 com 773,4 mil precários, número que continuou a subir até setembro, para os 832,2 mil.

Contas feitas, o trabalho precário e o desemprego passaram a representar mais de metade da força de trabalho em 2012 e nunca desceram deste patamar.