O principal índice do mercado acionista caiu 1,11%, penalizado pela desvalorização dos títulos de banca. O BCP recuou 2,74% somando já sete sessões consecutivas em queda. Durante este tempo as ações devalorizaram 18,4%. O BPI caiu 1,08% enquanto as unidades de participação do Montepio recuaram 1,4%, para 0,569 euros, o que é um novo mínimo histórico.

Pressão adicional da Jerónimo Martins, que caiu 1,43%, da NOS, que caiu 1,6% e da EDP, que perdeu 1,98%.

Os CTT fecharam a descer 0,53%, antes da divulgação de resultados entretanto já conhecidos. O operador postal anunciou uma subida dos lucros no primeiro trimestre do ano para 20,7 milhões de euros, o que supera os 17,9 milhões de euros previstos pela média de um conjunto de analistas.

A Galp Energia conseguiu inverter das quedas do dia e fechou a subir 0,26%, acompanhando a inversão de tendência do preço do petróleo nos mercados internacionais. O barril de Brent dispara 3,7% para 47,20 dólares, em Londres, enquanto o Crude WTI avança 2,9% para 45,98 dólares, em Nova Iorque, depois de ser conhecida uma queda inesperada nos 'stocks' nos EUA.

Pela positiva destacaram-se ainda a Sonae Capital, que avançou 2,18% e a Mota-Engil, a somar 1,89%.

No mercado de dívida pública, Portugal aproveitou uma maior procura e colocou 1.150 milhões de euros em obrigações do tesouro a 10 anos, mais do que os 750 a 1.000 milhões previstos pelo IGCP. A taxa de juro subiu face à anterior colocação em março, para 3,25%, mas ficando em linha com a taxa praticada no mercado secundário.