Um ano depois da entrada em vigor da nova Lei do Arrendamento, a situação ainda não é pacífica. Apesar de a Associação de Proprietários fazer um balanço positivo, a Associação de Inquilinos do Norte, por exemplo, diz que os aumentos exigidos por lei estão a causar asfixia nas famílias.

A esta altura apenas 15% das casas já foram abrangidas pelas novas regras. Numa fase transitória, quem auferir abaixo do correspondente aos cinco ordenados mínimos não vai ver a renda aumentada.