O presidente do grupo de trabalho do Eurogrupo, Thomas Wieser, disse esta quarta-feira acreditar que a saída da Grécia do programa de ajuda externa não será igual à de Portugal ou Irlanda, devido à manutenção de certas condições.

 

 

O fim do programa de ajustamento grego está previsto para final deste ano, mas Wieser considerou que «haverá um programa e algum tipo de relação contratual entre as instituições e a Grécia», de acordo com a agência de informação financeira Bloomberg, nota a Lusa.

 

 

O presidente do grupo de trabalho acrescentou que o programa de reformas da Grécia permite que este não venha a ser tão intensivo como é agora, mas não irá «desaparecer como o da Irlanda ou o de Portugal».

 

 

A «volatilidade [do mercado] nas últimas semanas mostrou que a sua perceção não é estável», pelo que «o trabalho irá continuar» para que a Grécia tenha o acesso total ao mercado, acrescentou Thomas Wieser.