“Não é verdade que o consórcio vencedor não seja liderado pelo empresário português Humberto Pedrosa. É muito injusto que um empresário português com uma tão longa tradição de construir seja desvalorizado e desqualificado nas críticas implícitas à sua posição neste consórcio”




O Governo “não antevê que se venham a suscitar problemas que impeçam a concretização do negócio num curto espaço de tempo”.




“É importante que o secretário-geral do PS já tenha afirmado que vai respeitar a lei, que os contratos são para cumprir, que preza o Estado de Direito e que só em circunstâncias muito excecionais ativaria uma reversão do negócio fechado entre o Estado português e o consórcio vencedor”.