apresentou uma proposta



"A TAP não tem vocação para ser uma subsidiária. Seria uma pena, para não falar do risco, se a TAP, com uma história de 70 anos de sucesso, fosse absorvida por empresas de menor dimensão", apontou o empresário.

"A TAP deve permanecer uma empresa independente, na medida em que tem recursos técnicos altamente qualificados e uma base de clientes e de rotas que fazem da empresa uma das grandes companhias aéreas do mundo", afirmou o empresário português.

"A nossa proposta garante a independência da empresa e a sua autodeterminação estratégica", sublinhou.