A inflação homóloga continuou estável em junho em 2,1% no conjunto da OCDE, mas na zona euro manteve-se, mas num nível inferior, de apenas 0,5%, foi esta terça-feira anunciado.

A OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico) explicou num comunicado que em junho se constatou uma evolução negativa nos preços dos países da moeda única e noutros europeus, designadamente com taxas de inflação negativas na Grécia (-1,5%), Portugal (-0,2%), Hungria (-0,1%), Eslováquia (-0,1%) e Suíça (-0,1% e nula em Espanha.

Estes valores contrastam com taxas de inflação positivas de 2,1% nos Estados Unidos, 2,2% na Islândia, 2,8% na Áustria e superiores de 3% na Austrália, 3,6% no Japão, 3,8% no Chile, 4,8% no Chile e até 9,2% na Turquia.

Estas divergências nas taxas de inflação resultam sobretudo de variações dos preços da alimentação e energia.

À margem destes dois fatores particularmente voláteis, a inflação subjacente em junho foi de 1,9% ma OCDE e de 0,8% na zona euro.

Os níveis mais baixos da inflação subjacente dos 34 países da organização foram registados na Grécia (-1,1%), Suíça (-0,2%), Espanha (0%) e Portugal (0,1%).