“Intenção com a qual já, há muitos meses, também em reunião com a ANA, a ANTRAL se havia mostrado contra, convicta de que não pode pura e simplesmente permitir a retirada de uma praça que está ali para benefício do público em geral”, lê-se no comunicado.

Segundo a ANTRAL, “trata-se de uma praça que foi definida pela Câmara Municipal de Lisboa” e “é da competência deste município retirar, ouvindo para o efeito obrigatória e antecipadamente a ANTRAL e o IMT (Instituto da Mobilidade e Transportes)”.