O montante aplicado pelos portugueses ascendeu a 283,3 mil milhões de euros no primeiro semestre do ano, um crescimento de 3,65% face ao mesmo período do ano passado.

Mas a aposta, segundo o Jornal de Negócios, continua a recair em depósitos, que representam praticamente metade do total aplicado. O Estado também tem vindo a captar uma maior fatia do bolo, enquanto produtos com maior risco, mas também com rendibilidade mais atrativas, estão a perder força no cabaz de poupança nacional.

O montante depositado aumentou em 5.680 milhões de euros entre junho de 2014 e 2015, um crescimento de 4,3% para 137,75 mil milhões de euros, um número recorde. Mas as novas aplicações rendem 0,71%, um mínimo histórico. O saldo na banca está a ser remunerado a 1,12%, sendo que 25,3% estão à ordem.

Já os certificados de aforro e os Certificados do Tesouro Poupança mais cresceram 16,9% e 119,7%, respetivamente. As taxas, que já foram de 3 e 4%, são agora de menos de 1% e 2,25%.