setor do calçado



“É a primeira vez que acontece em Portugal desde a década de 40 do século passado, por mérito das empresas portuguesas - que estão a exportar mais cerca de 40% do que exportavam há cinco anos - e que demonstra uma enorme capacidade de competir e de ganhar fora de casa que os empresários portugueses ganharam ao longo dos últimos anos”, salientou o ministro.






Mas advertiu: “Seria muito mau se estes 160 milhões de euros só fossem investidos se existissem fundos comunitários, porque os investimentos do setor privado devem ter uma lógica de rentabilidade que deve começar nos empresários privados. O apoio comunitário surge como um adicional que pode ajudar esses investimentos, mas não é automático nem a fundo perdido, são fundos reembolsáveis para poderem ser reinvestidos na economia com um efeito multiplicador”.


“Eles investem porque têm sucesso, porque ganham quota um pouco por todo o mundo, porque apostam na internacionalização e na qualificação da sua gestão. Os apoios comunitários existem para complementar essa aposta mas não como a principal justificação dessa aposta, este é que é o modelo virtuoso de investimento privado que está a relançar Portugal”, sustentou.