O Banco Mundial prevê que a economia chinesa abrande o ritmo de crescimento este ano, para 6,7% e mais ainda em 2017 (6,5%). Isso deverá levar à desaceleração das economias dos países do Leste asiático para 6,3% este ano e 6,2% nos próximos dois anos.

Num relatório apresentado hoje em Pequim, e que é citado pela Lusa, a instituição diz que a segunda maior economia do mundo abrandará nos próximos exercícios, face ao ritmo registado em 2015 (6,9%), para um crescimento "mais lento e sustentável".

Para o conjunto dos países em desenvolvimento do leste asiático (exclui Japão e Índia), o Banco Mundial mantém a previsão avançada em outubro passado, que aponta para uma diminuição face ao ritmo registado em 2015 (6,5%).

Na sexta-feira, a China vai divulgar as suas próprias estimativas de crescimento, bem omo dados da produção industrial e das vendas em retalho, relativos a março. 

Já hoje, foi conhecido o Índice de Preços no Consumidor da China (IPC), um dos principais indicadores da inflação, que subiu 2,3% em março, face ao mês anterior, segundo o Gabinete Nacional de Estatísticas do país.

O valor é igual ao registado em fevereiro e correspondeu ao maior avanço do IPC em quase dois anos.

O Governo chinês fixou como meta para o conjunto deste ano um crescimento de 3% da inflação.