“Se não se observarem cortes na quantidade de barris que diariamente são extraídos, as quedas do ativo continuarão a ser observadas. A OPEP já manifestou intenção de cortar produção se a decisão for alargada a países externos à organização. Para já, não parece existir qualquer princípio de acordo pelo que, será com alguma naturalidade, que o preço do ouro-negro se aproximará dessa fasquia psicológica”.





“Adicionalmente, a queda do preço nos mercados internacionais levou os países mais dependentes da venda do ativo a aumentar a sua produção como forma de compensar a redução de receitas”.