A chamada recalibragem da contribuição extraordinária de solidariedade (CES) deverá garantir aos cofres do Estado 270 milhões de euros do buraco orçamental de 388 milhões que será necessário acomodar, apurou o Diário Económico.

Mais de dois terços dos montantes necessários virão do alargamento da CES a mais 100 mil pensionistas face à alteração do patamar mínimo de mil euros e à mudança do esquema da taxa da CES, , que vão agravar a fatura de parte ou a totalidade dos cerca de 272 mil pensionistas que atualmente já pagam a CES.

Os cenários de trabalho ainda não estão fechados, mas para o novo patamar será consagrada uma taxa inferior ao atual mínimo de 3,5%, entre menos 0,5% e 1%.O objetivo para a taxa máxima é aproximar ao corte máximo de 12%.