Paulo Portas garantiu esta manhã que o Governo fará tudo ao seu alcance para que «esta tenha sido a última vez que Portugal bate à porta dos credores».

Na sua intervenção nas jornadas parlamentares conjuntas do PSD e CDS, o vice-primeiro ministro sublinhou que os últimos dois anos e meio foram de «cedência voluntária de soberania», daí que, explicou, tenha chamado a este período o «protetorado».

Paulo Portas lembrou que o processo de ajustamento coincidiu com a recessão da Zona Euro, o que deixou Portugal mais fragilizado. E aproveitou para defender a proposta de Orçamento do Estado para 2014, notando que neste consta a aplicação das medidas que advieram da sétima avaliação da troika, exceto a que ficou conhecida como a TSU dos pensionistas, «que não avançou porque o Governo considerou que esta era uma injustiça social».