O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, voltou esta manhã a reafirmar que não vão ser alargados os cortes em salários ou em pensões para 2015.

economia/passos-coelho-debate-quinzenal-excedentes-orcamentais-mutualizacao-da-divida/1549472-6377.html target= "blank">Excedentes são condição para eventual mutualização de dívida

Respondendo às acusações do líder do PS, António José Seguro, de que o Governo toma decisões nas costas dos portugueses e que a questão dos cortes na sobretaxa da IRS tem motivos eleitoralistas, Pedro Passos Coelho respondeu:

«Não estamos sobre stress financeiro»

«Como sempre fizemos, não condicionamos as nossas decisões pelo calendário eleitoral. Aliás, foi o Governo PS que resolveu aumentar o número de funcionários públicos e de descer o INA na véspera de eleições», garantiu.

Não há espaço para renegociar mais os termos da dívida

Uma vez mais, o primeiro-ministro afirmou que as decisões sobre a substituição de medidas a tomar em 2015 será divulgada até ao final deste mês, como de resto tem sido a resposta cada vez que a oposição pergunta se os cortes nos salários e pensões são medidas definitivas.---