O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, voltou esta manhã a reafirmar que não vão ser alargados os cortes em salários ou em pensões para 2015.

Excedentes são condição para eventual mutualização de dívida

Respondendo às acusações do líder do PS, António José Seguro, de que o Governo toma decisões nas costas dos portugueses e que a questão dos cortes na sobretaxa da IRS tem motivos eleitoralistas, Pedro Passos Coelho respondeu:

«Não estamos sobre stress financeiro»

«Como sempre fizemos, não condicionamos as nossas decisões pelo calendário eleitoral. Aliás, foi o Governo PS que resolveu aumentar o número de funcionários públicos e de descer o INA na véspera de eleições», garantiu.

Não há espaço para renegociar mais os termos da dívida

Uma vez mais, o primeiro-ministro afirmou que as decisões sobre a substituição de medidas a tomar em 2015 será divulgada até ao final deste mês, como de resto tem sido a resposta cada vez que a oposição pergunta se os cortes nos salários e pensões são medidas definitivas.