"Se quem pede o empréstimo e o vai gerir diz que aquilo não vai resultar, o melhor é não perdermos dinheiro. Eu direi, portanto, que é necessária uma atitude diferente da parte do Governo grego para que as coisas possam resultar", acrescentou o chefe do executivo PSD/CDS-PP, invocando "a experiência portuguesa".


"Primeiro é preciso criar confiança, depois fazem-se os ajustamentos que forem necessários, e por fim teremos alguma coisa que possa funcionar, como funcionou em quase todos os outros sítios", advogou.







"Apesar de todos os desenganos, de toda a quebra de confiança que existiu, a Europa no seu conjunto, a zona euro totalmente fez tudo o que estava ao seu alcance para que a Grécia não caísse num abismo - para o qual, digamos assim, ninguém na Europa tinha empurrado a Grécia", considerou.