Isa Lopes, porta-voz do Metro e da Carris, explicou que esta perda acaba por ser recuperada, pois, "atendendo a que o valor da coima é muito superior ao valor do título de viagem", a multa "cobre o prejuízo associado ao não pagamento do título".














Quanto ao horário em que se verifica maior incidência de fraude, a Carris aponta a madrugada, enquanto o Metro revela "maior incidência no período da hora de ponta da tarde, aos dias úteis, bem como à sexta-feira e ao sábado, no período noturno".





Enquanto a Carris é um sistema aberto, o Metro é um sistema fechado, “em que a entrada e saída dos passageiros é efetuada através de canais de acesso, cuja transposição obriga a dois momentos de validação do título de viagem”.





A fraude nos transportes públicos é um fenómeno "transversal e que abrange todas as idades, géneros e meios sociais", concluiu Isa Lopes.