"Há espaço para o que são as medidas de rendimento e que eram promessas eleitorais do PS e que vamos cumprir. Haverá espaço para o investimento nas empresas", assegurou o ministro.




"Queremos acelerar os processos de pagamentos e de avaliação para que as empresas que querem investir não fiquem à espera e criem empregos que estão a faltar a tantos portugueses", referiu.


"Não há um desinteresse dos investidores financeiros em Portugal, como demonstra o que foi a colocação de dívida pública na última semana em que houve três vezes a procura face à oferta, em que o ‘spread' baixou face às ofertas anteriores", disse.






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