“A nova administração portuguesa não é o primeiro governo a recorrer a confiscos de ativos e medidas populistas. A Venezuela e a Argentina também pertencem a este clube”, escreve o diretor da PIMCO num artigo de opinião do Financial Times.


“Se o Banco Central Europeu (BCE) não apoia a medida relativa ao Novo Banco então, como regulador bancário, tem tempo de agir. Caso o BCE apoie a decisão, ou não seja capaz ou não tenha vontade de agir, então, todos os investidores nos mercados europeus devem prestar atenção a este aviso”, recomenda Philippe Bodereau.