O presidente executivo da ZON OPTIMUS, Miguel Almeida, afirmou esta sexta-feira que a operadora está aberta a analisar novas geografias, além de Portugal, e admitiu estabelecer parcerias locais em novos mercados.

Miguel Almeida, que falava no Strategy Day 2014 da ZON OPTIMUS, que está a decorrer em Lisboa, disse que o foco da operadora está no mercado doméstico e no reforço da aposta nas empresas, mas reconheceu que o crescimento em Portugal «é limitado».

Por isso, tendo em conta a experiência internacional que a empresa tem em Angola e Moçambique, através da ZAP, em parceria com a empresária angolana Isabel dos Santos, a empresa irá «analisar» os mercados internacionais.

«Acreditamos que a ZON OPTIMUS pode criar valor em outros mercados», disse Miguel Almeida, que apontou a experiência internacional, a combinação de ativos e do conhecimento da operadora resultante da fusão.

O gestor disse acreditar que o trabalho desenvolvido pela ZON OPTIMUS venha a «alavancar e a criar valor noutros mercados», que não especificou.

«Acreditamos fortemente que o que estamos a fazer aqui será aplicado a outros mercados, e acreditamos estar um passo à frente e ter valor acrescentando» para esses mercados, disse.

«Estaremos a analisar a parte internacional», sendo que «preferimos parcerias locais» e ou internacionais e uma posição de coliderança em eventuais projetos, explicou, sublinhando que a ZON OPTIMUS terá como foco receitas e EBITDA.

«Temos de ter controlo da operação ou joint-venture», adiantou, explicando que a empresa dará sempre prioridade ao equilíbrio financeiro.