A venda da seguradora Tranquilidade aos norte-americanos da Apollo foi anulada com uma providência cautelar. A decisão foi tomada pelo juiz desembargador Eurico Reis.
 
A suspensão da venda foi conhecida pelo Novo Banco na terça-feira, revela o «Jornal de Negócios».
 
O Novo Banco e a Apollo estão a tentar chegar a acordo para prorrogarem o prazo da operação para além de 31 de dezembro. Isto porque a operação de venda termina nessa data, se não existir esse acordo de alargamento do prazo.
 
O Novo Banco anunciou a 16 de setembro que tinha chegado a acordo com os norte-americanos da Apollo para a venda da Tranquilidade. A entidade recebia 44 milhões de euros e os norte-americanos comprometiam-se a injetar 150 milhões na seguradora.