A Tranquilidade deverá em breve deixar de ser um ativo da Espírito Santo Financial Group, via Partran, para passar a integrar o Novo Banco. Este deve ser o passo que faltava para que possa ser fechada a venda da companhia de seguros à Apollo, candidato finalista no processo de venda que decorre há meses, revela o Diário Económico.

A Tranqulidade foi dada como parte colateral entregue pela ESFG por conta da garantia de 700 milhões de euros concedida para assegurar o pagamento do papel comercial aos clientes de retalho do BES.

O pedido de proteção de credores apresentado pela ESFG atrasou o processo. Segundo a legislação comunitária, o o penhor em favor do antigo BES da Tranquilidade, concedido pela ESFG em abril, é válido independentemente de estar a decorrer um processo de gestão controlada.

A ambição dos envolvidos é que a operação fique fechada até ao final do mês. Falta saber quanto está a Apollo disposta a pagar pela Tranquilidade.