A Sonae Capital convocou os acionistas para se reunirem em assembleia-geral ordinária a 17 de março, depois de na quinta-feira ter apresentado prejuízos anuais de 13,2 milhões de euros.

De acordo com a empresa liderada por Cláudia Azevedo, a variação face ao período homólogo foi essencialmente justificada pelo impacto não recorrente da alteração no método de contabilização das unidades de participação do Fundo Imosede, reconhecido em 2012, e que perfez 17,1 milhões de euros positivos.

Numa base recorrente, ou seja, excluindo custos de restruturação e o impacto referido, o resultado líquido do ano melhora para 10,9 milhões de euros negativos, acrescenta.

Na ordem de trabalhos para a assembleia geral do próximo mês, comunicada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), está a discussão e deliberação sobre o relatório de gestão, balanço e contas, individuais e consolidadas, relativos a 2013.

A assembleia-geral vai também deliberar sobre a proposta de aplicação de resultados do exercício, da sua política de remunerações, bem como sobre a aquisição e alienação de ações próprias até ao limite legal de 10%.