A Mota-Engil criou uma nova empresa de trabalho portuário, a Porlis, para tentar solucionar a questão do conflito laboral em curso com os estivadores, escreve o Diário Económico. Neste momento a empresa já tem 11 trabalhadores no quadro, sendo que quer atingir os 25 trabalhadores numa primeira fase.

A empresa defende que, por causa das sucessivas greves, existe espaço para esta nova empresa.

As associações de operadores portuários estão indignadas com os novos pré-avisos de greve decretados pelo sindicato dos estivadores do Porto de Lisboa, que se prolongam até meados de fevereiro.