“Estimávamos que o nosso setor ia cair de novo neste primeiro trimestre do ano. E caiu. Para 249.100 postos de trabalho. Ou seja, uma destruição de 52.900 postos de trabalho, 17,5% do total da força de trabalho da restauração e da hotelaria entre o terceiro trimestre de 2014 e o primeiro trimestre de 2015. Estamos a falar de seis meses de catástrofe total”, disse à agência Lusa o diretor da AHRESP, José Manuel Esteves.


“O IVA, que no fundo não é um imposto sobre as empresas, é sobre o consumo, não o podemos repercutir nos nossos preços de venda porque não há poder de compra (...) Não aumentando os preços de venda estamos a dispensar força de trabalho, enquanto não fechamos a porta”, disse o diretor da associação.