Os serviços mínimos para a greve de 10 dias dos pilotos da TAP e da PGA deverão ser definidos esta segunda-feira.
 
O Tribunal Arbitral do Conselho Económico e Social reúne-se primeiro esta manhã, onde vão estar presentes os três árbitros sorteados para o processo.
 
À tarde há reunião entre os Sindicatos de terra da companhia aérea para reagir à para lisação convocada pelos pilotos.
 
Deste encontro deverá então sair uma tomada de posição dos representantes dos trabalhadores da TAP.
 
Os pilotos da Portugália Airlines (PGA) aprovaram, por unanimidade, uma greve de 10 dias, com início a 1 de maio, segundo anunciou o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC). A paralisação foi decidida em assembleia de empresa, um dia depois dos pilotos da TAP terem tomado uma decisão idêntica.    

O  Governo tem apelado ao bom senso dos pilotos para não avançarem com a greve, mas um entendimento parece cada vez mais distante.  

Em entrevista à TVI, o presidente da transportadora aérea, Fernando Pinto, alertou que os   riscos da paralisação «não estão a ser bem medidos».  

A TAP já avançou que esta paralisação de dez dias pode vir a custar 70 milhões de euros. No entanto, esta greve não reflete só perdas para a companhia aérea. A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) avisou que o anúncio da paralisação já está a provocar o cancelamento de reservas.

Apesar de todas as reivindicações, há muitos pilotos contra a paralisação.