Para Tony Tyler, as privatizações que contribuam para a consolidação do sector da aviação, são positivas: «Era bom para a indústria ver mais concentração na Europa», afirma o presidente da associação internacional de transporte aéreo (IATA), citado pelo Expresso.

Considerando o leque de interessados, o responsável admitiu que «não há muitos que tenham vontade e recursos para comprar» a transportadora aérea portuguesa.

Tony Tyler sublinhou ainda que «para um investidor financeiro considerar a TAP interessante, a empresa tem de ser lucrativa». Logo, o interesse deve vir de quem possa gerar e aproveitar as sinergias com a TAP, como um parceiro estratégico, ou seja, outras companhias aéreas.

Até lá, enquanto a companhia não é privatizada, a gestão do dia a dia é mais difícil. «Quando se diz que uma companhia está à venda passa a ser muito difícil para a administração perceber qual é o caminho ou a direção a seguir».