O presidente dos CTT, na primeira entrevista depois da privatização, garante que as exigências dos novos acionistas não são compatíveis com o serviço às populações.

Francisco Lacerda, entrevistado pelo Público, assume que a empresa terá mais flexibilidade para dar resposta à evolução do mercado, mas assegure que os correios não vão desperdiçar aquilo que considera ser uma vantagem competitiva. «Uma empresa como os CTT tem de continuar a apostar na proximidade das pessoas», refere.