O conselho de administração dos CTT informou esta quarta-feira que os salários dos trabalhadores vão deixar de sofrer cortes assim que a empresa for privatizada, o que deverá acontecer até final do ano.

Num comunicado interno citado pela Lusa, a administração diz que «as reduções remuneratórias que forem determinadas para as empresas públicas em 2014 já não se aplicarão aos CTT» com a venda da maioria do capital a privados.

«No que respeita aos trabalhadores da casa-mãe, terá aplicação nesta matéria o previsto no Acordo de Empresa de 2013, e em relação aos trabalhadores de cada uma das suas subsidiárias o que tem vindo a ser praticado, sem as referidas reduções remuneratórias».

Em relação ao subsídio de refeição, «também voltará a ser aplicado o previsto no Acordo de Empresa de 2013», afirma a administração, adiantando que no que respeita ao trabalho noturno, trabalho suplementar, abono de ajudas de custo e transporte por deslocação em Portugal e no estrangeiro «serão retomados, em cada empresa, os regimes vigentes em 31 de dezembro de 2010».