Vários clientes do banco suíço Banque Privée, do grupo Espírito Santo, estão a ponderar processar o Banco de Portugal e o supervisor suíço por não terem obrigado à constituição de uma provisão especial que acautelasse o incumprimento no reembolsos do papel comercial do GES, como foi feito no Banco Espírito Santo, escreve o Diário Económico.

O BdP tem-se defendido dizendo que o banco suíço está fora da sua supervisão.

Nos últimos anos o GES vendeu centenas de milhões de euros em papel comercial a clientes do Privée, a sua unidade de gestão de fortunas, detida a 100% pela Espírito Santo Financial Group.

Com a insolvência da ESI e Rioforte, este clientes deverão perder grande parte dos montantes investidos, já que a dívida do grupo será reestruturada.