Os finalistas na corrida à Tranquilidade são o grupo norte-americano Apollo e a multinacional Permira, que tiveram até sexta-feira para apresentar propostas vinculativas à privatização da portuguesa, escreve o Diário Económico.

A Tranquilidade é detida diretamente pela Partran, que detém 100% do capital. Por sua vez, esta é detida indiretamente em 55% pela Espírito Santo Financial Group e em 45% pela Espírito Santo Financial.

Com a ESI a apresentar formalmente na última sexta-feira a candidatura ao regime de gestão controlada a venda da seguradora fica em terreno incerto. Mantém-se em curso, mas está sem calendário definido para a conclusão.