O novo regime de mobilidade na Função Pública entra hoje em vigor. Mais de 1.100 trabalhadores sofrem um corte imediato no salário.

O novo diploma prevê que os funcionários em mobilidade recebam, no máximo, 60% da remuneração durante o primeiro ano, com um limite de 1.258 euros. A partir daí a percentagem desce para os 40%, num máximo de 838 euros.

No próximo ano, estes cortes acumulam com os outros já previstos para toda a função pública.

Segundo as novas regras, os trabalhadores na requalificação podem trabalhar no setor privado, mas o Estado não será obrigado a pagar a compensação quando o salário pago pelo privado for superior à remuneração auferida antes de ir para a mobilidade.