
O Governo admite pagar todas as ajudas de custo a funcionários públicos que sejam deslocados. A garantia foi deixada ao jornal «Público» pelo secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino.
Em entrevista ao mesmo jornal, o secretário de Estado lança uma novidade para as negociações sobre o futuro dos trabalhadores da função pública. O Executivo prepara-se para rever as ajudas de custo pagas a quem vá trabalhar para qualquer concelho do país, no âmbito da mobilidade interna temporária, mostrando assim abertura para ceder a algumas das exigências dos sindicatos.
Até aqui a proposta do Executivo apontava para ajudas de custo de 50 euros, por dia, no primeiro mês e metade nos seguintes. Mas Hélder Rosalino admite agora que o pagamento seja feito por inteiro no primeiro ano, sendo certo que, numa primeira fase, a mobilidade será voluntária.