A missão do Banco de Fomento é alargada a partir de sábado, quando entram em vigor as alterações aos estatutos da IFD – Instituição Financeira de Desenvolvimento, hoje publicadas, que permitem apoiar as empresas sem autorização prévia de Bruxelas.

No preâmbulo do diploma, o Ministério da Economia classifica como “fundamental” alargar as atividades desenvolvidas pela IFD à realização de operações que visem colmatar “as insuficiências de mercado” no financiamento de mid-caps (empresas portuguesas com valor médio de mercado) e de concessão de empréstimos através de instrumentos intermediados (on-lending e arrangement).

O executivo alarga a atividade do banco em termos da implementação de instrumentos financeiros no âmbito de outros programas de financiamento da política europeia, designadamente no âmbito do COSME, Horizonte 2020, Iniciativa PME e com recurso a financiamento no âmbito do Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos (EFSI), vulgo "Plano Juncker".