As buscas e o arresto de bens à família Espírito Santo acontece cerca de um ano depois das primeiras buscas ao Grupo Espírito Santo , dias antes do colapso do banco. Ricardo Salgado foi detido nesse dia e constituído arguido.  

Para o comentador da TVI, António Costa conclui-se que o processo está atrasado e que se sabe muito pouco da investigação do Ministério Público à falência do Grupo Espírito Santo.

“É difícil perceber o que esperam encontrar depois de um ano. […] É difícil não admitir que alguns bens foram vendidos ou transformados em dinheiro”.


No Jornal da Uma, António Costa considerou ainda que este arresto de bens, feito nesta altura, tem uma dimensão preventiva, mas também mediática.


“Do ponto de vista simbólico chega a ser humilhante. Para a dimensão da família Espírito Santo esta é a machadada mais relevante”.


A operação inclui casas, bens patrimoniais e escritórios ligados à família de Ricardo Salgado, o ex-líder do Banco Espírito Santo, como as casas que possui em Lisboa e arredores, bem como a Comporta. Também o seu primo José Manuel Espírito Santo é outro dos visados.