Embora considere que não está em causa o direito à greve, Aristides Teixeira salientou que uma greve nos transportes públicos “só prejudica os passageiros e beneficia o patronato, e isso é uma perversão do que é uma greve”.


O que tem de saber antes da greve do metro






“Não contem connosco”, reforçou Aristides Teixeira, acrescentando que os utilizadores do Metro de Lisboa apenas estarão ao lado dos trabalhadores quando estes “acrescentarem ao seu caderno reivindicativo a defesa dos direitos dos utentes”.