O tribunal arbitral do Conselho Económico e Social (CES) decidiu não decretar serviços mínimos para a circulação de comboios do Metropolitano de Lisboa na greve agendada para a próxima terça-feira.

Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa marcaram uma greve de 24 horas para o dia 26 de maio contra a subconcessão da empresa, o mesmo motivo que levou à greve desta terça-feira.

A decisão do tribunal arbitral, divulgada esta terça-feira à tarde na página daquele organismo na Internet, prevê que “não são fixados quaisquer serviços mínimos relativamente à circulação de composições”.

Em contrapartida, o acórdão obriga os trabalhadores a assegurar os serviços necessários à segurança e manutenção do equipamento e das instalações e a afetação de três trabalhadores ao posto de comando do Metro.

O tribunal justifica a decisão com o facto de existirem em Lisboa meios de transporte alternativos ao Metropolitano.