Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa marcaram uma greve de 24 horas contra a subconcessão da empresa para o dia 18 de junho, sendo que os trabalhadores dos serviços noturnos iniciam o seu período de greve às 23:30 de quarta-feira até às 07:00 de quinta-feira.

“Esta luta tem também o objetivo de lutar contra a reestruturação interna que está a ser feita, que vai originar a extinção de postos de trabalho e que assenta no objetivo de criar uma estrutura para uma empresa única que não existe”, esclareceu a Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans).

A decisão do tribunal arbitral, divulgada hoje na página daquele organismo na Internet, prevê que “não são fixados quaisquer serviços mínimos relativamente à circulação de composições”.

Em contrapartida, o acórdão obriga os trabalhadores a assegurarem os serviços necessários à segurança e manutenção do equipamento e das instalações.

O tribunal justifica a decisão com o facto de existirem em Lisboa meios de transporte alternativos ao Metropolitano e de não haver coincidência de outras greves nos transportes na mesma área geográfica.