O principal índice da bolsa portuguesa, o PSI20, seguia esta segunda-feira de manhã em alta, a subir 1,60%, impulsionado pelo setor financeiro, com destaque para o Banif com ganhos acima dos 12%.

Às 09:12, o PSI20 estava a subir 1,60% para 5.614,66 pontos, com 17 empresas a negociar em terreno positivo, duas a cair e uma inalterada.

As ações do Banif lideravam os ganhos, a subir 12,5% para 0,05 euros, seguidas pelos títulos do BCP que avançavam 4,44% para os 0,09 euros, do BES a valorizar 4,03% para 0,65 euros e do BPI que cresciam 3,96% para 0,95 euros.

As ações da Sonae Indústria e da Mota-Engil também negociavam em terreno positivo com ganhos de 3,34% e 2,41%, respetivamente, para 0,5 euros e 2,72 euros.

Nas telecomunicações, a ZON e a Portugal Telecom (PT) subiam 2,36% cada uma, para 4,12 euros e 2,82 euros.

Já a EDP e a Jerónimo Martins seguiam a perder 0,48% e 0,85% para 2,49 euros e 15,75 euros.

As principais bolsas europeias abriram hoje com tendências diversas, à espera da reunião de quarta-feira dos ministros das Finanças e da Economia da zona euro.

Ao nível do mercado cambial, o euro abriu hoje em alta no mercado de divisas de Frankfurt, a cotar-se a 1,3153 dólares, acima dos 1,3115 dólares do encerramento de sexta-feira e depois de ter atingido, a 01 de fevereiro, o valor mais alto face ao dólar desde novembro de 2011, quando ultrapassou os 1,36 dólares.

O Banco Central Europeu (BCE) fixou na sexta-feira o câmbio oficial do euro em 1,3123 dólares.

Na Europa, os investidores também vão estar atentos ao último leilão deste mês do Tesouro espanhol na terça-feira e na divulgação de resultados trimestrais de empresas e bancos.

O barril de petróleo Brent para entrega em setembro abriu em baixa, mas acima dos 108 dólares, a cotar-se a 108,36 dólares no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, menos 0,29 dólares que no encerramento da sessão anterior.

A cotação do petróleo continua a ser pressionada pela inquietação dos mercados de que a crise política no Egito e a guerra civil na Síria possam afetar a produção e o transporte do petróleo proveniente do Médio Oriente e do norte de África.