O IGCP emitiu 1.300 milhões de euros de dívida a 10 e 22 anos, mais do que os 1.250 milhões de euros, que era o máximo do intervalo previsto.

Portugal colocou 950 milhões de dívida a 10 anos, com juros de 2,398%, mais alto do que no último leilão com a mesma maturidade, que foi de 2,04%. A procura superou a oferta em 1,6 vezes.

Já a 22 anos foram colocados 350 milhões de euros com juros de 3,23%, mais baixos do que no último leilão em julho, em que os juros foram de 3,53%.  A procura superou a oferta em 1,9 vezes.

Este era um teste ao mercado. A incerteza governativa tem estado a ensombrar a bolsa de Lisboa, que perdia há três sessões consecutivas e que agora até já está no verde, a ganhar 0,4%.

Os juros da dívida não têm sido afetados. Os mercados pelo menos para já, não estão a incorporar esses receios. A bazuca de estímulos do Banco Central Europeu continua a fazer uma pressão positiva.