O IGCP conseguiu emitir mil milhões de euros de dívida em Bilhetes do Tesouro com maturidades a três a nove meses, o montante máximo do intervalo.

Na maturidade a nove meses, o leilão conseguiu colocar 750 milhões de euros de Bilhetes do Tesouro, com uma taxa de juro de 0,199%. Já na maturidade a três meses, o Estado emitiu 250 milhões de euros em BT, a uma taxa de juro de 0,110%.

A colocação de BT a três meses teve uma procura 3,72 vezes superior à oferta. Nas BT a nove meses, o rácio foi de 1,47 vezes.

No último leilão com maturidade a três meses, a taxa de juro tinha sido de 0,052%, já no caso da maturidade a nove meses, a taxa de juro do último leilão fixou-se em 0,487%.

A 19 de novembro, o IGCP vai regressar ao mercado para a reabertura de uma linha de Bilhetes do Tesouro a três meses e para o lançamento de uma nova linha a 12 meses e, para 01 de dezembro, está prevista a reabertura de uma linha a três meses e o lançamento de outra a 12 meses. Em cada operação, o IGCP pretende colocar no mercado entre 750 e 1.000 milhões de euros, respetivamente.

O IGCP prevê angariar até um máximo de 2.000 milhões de euros em Obrigações, a que se somam mais 3.000 milhões de euros que poderá emitir em Bilhetes do Tesouro, totalizando os 5.000 milhões.