No meio de uma Europa envolta em problemas e impasses é difícil aos investidores evitar os receios sobre a aposta no mercado de ações, um dos mais arriscados. E as razões para a incerteza estão à vista.

Numa entrevista à BBC, primeira-ministra britânica, Theresa May, disse vai iniciar o processo de saída da União Europeia até final de março de 2017.

Em Espanha o secretário-geral do Partido Socialista Obrero Español (PSOE), o segundo maior partido em Espanha, Pedro Sáchez, demitiu-se, o que pode empurrar em definitivo o país para uma terceira eleição legislativa.

E na Alemanha, a eventualidade de necessidade de capital por parte do Deutsche Bank está a fazer tremer o país mas também o setor na Europa.

Razões que fizeram a Europa abrir indefinida mas ganhar já algum folego devido às ações de setores mais conservadores, sobretudo, indústria e comércio.

O PSI20 sobe 0,08% para 4.601,19 pontos puxado pela Jerónimo Martins, a ganhar 1,97% para 15,740 euros; Corticeira Amorim, em alta de 1,28% para 8,774 euros, e Pharol, a crescer 3,75% para 0,249 euros.

Na energia o otimismo continua reduzido com a EDP Renováveis a ser mais penaliza, a cair 0,95% para 7,078 euros. Na banca é o BCP que tenta o verde nos 0,0155 euros.