O IGCP conseguiu colocar no mercado mil milhões de euros de dívida pública, o montante máximo do montante indicativo que começava nos 750 milhões de euros, e ao juro mais baixo de sempre, em ambas as maturidades.

No leilão com maturidade a três meses, o Estado conseguiu colocar 200 milhões de euros em Bilhetes do Tesouro, com uma taxa de juro média de 0,097%. Na maturidade a um ano Portugal colocou 800 milhões de euros em BT, com uma taxa de juro média de 0,216%.

A última emissão de Bilhetes do Tesouro a três meses ocorreu em junho deste ano, quando Portugal colocou 500 milhões de euros à taxa de juro média de 0,18%.

Já a última emissão a 12 meses realizou-se em julho, tendo sido emitidos 850 milhões de euros a uma taxa de 0,453%, mais de metade da conseguida no leilão desta quarta-feira.

Esta foi a primeira emissão de dívida com Cristina Casalinho como presidente do IGCP. Substituiu João Moreira Rato, que foi chamado para o Novo Banco, que resultou do resgate do BES.