O índice acionista de referência fechou a subir 1,3%, apoiado pela Jerónimo Martins e o BCP, numa sessão em que os pares europeus demonstraram otimismo sobre uma solução para o impasse entre o Governo grego e os credores internacionais.

O índice FTSEurofirst 300, que é composto pelas 300 maiores empresas europeias, avançou 0,73% para máximos de sete anos.

O Governo grego do partido anti austeridade Syriza vai apresentar amanhã à zona euro um pedido para estender um «acordo de empréstimo» por seis meses.

A Alemanha já alertou, contudo que esse acordo não foi oferecido à Grécia e que o país tem de respeitar os termos do resgate em vigor.

O Conselho de Governadores do Banco Central Europeu (BCE) está reunido esta tarde para decidir se continua, e eventualmente aumenta, a assistência de liquidez de emergência para os bancos gregos.

«O mercado está a ver um acordo entre a Grécia e a UE como sendo mais provável do que não, portanto os receios de uma saída da Grécia (do euro) dissiparam-se algo, e estamos a ver apetite para os mercados com mais risco, incluindo os da periferia», disse Nick Stamenkovic, estrategista na RIA Capital Markets à Reuters.

A bolsa de Atenas fechou a avançar 1,06%.