As praças europeias seguem esta quarta-feira a oscilar entre quedas e ganhos ligeiros, no dia que o Eurostat divulga as estatísticas rápidas do Produto Interno Bruto (PIB) para os países da União Europeia.

A economia da zona euro deverá ter crescido 0,2% no segundo trimestre deste ano, pela primeira vez desde 2011, pondo fim à maior recessão desde a criação da moeda única, há 14 anos, segundo estatísticas da Bloomberg.

De acordo com uma média de 41 previsões compiladas pela agência financeira Bloomberg, a zona euro deverá ter crescido 0,2% entre abril e junho, depois de seis trimestres consecutivos de contração económica.

O Eurostat divulga hoje as estatísticas rápidas do PIB para os países da União Europeia e para os da zona euro relativas ao segundo trimestre do ano, sendo que a maioria das previsões para economia portuguesa apontam para um crescimento do produto entre os 0,3% e os 0,6% nesse período.

Às 08:40 em Lisboa, o Euro Stoxx 50, índice que representa as principais empresas da zona euro, recuava 0,04%, para 2.840,56 pontos.

O principal índice da Bolsa de Londres estava a cair 0,06% e as bolsas de Paris e de Frankfurt seguiam a apreciar 0,05% e 0,03%, respetivamente.

À mesma hora, o principal índice da bolsa de Madrid cedia 0,25% e o de Milão registava perdas de 0,15% por cento.

O PSI20, o índice de referência da bolsa portuguesa, segue a depreciar 1,19%, para 5.965,58 pontos.

Ao nível do mercado cambial, o euro abriu hoje a valorizar ligeiramente face à moeda norte-americana, mas transacionando abaixo dos 1,33 dólares, no mercado de divisas de Frankfurt, a cotar-se a 1,3269 dólares.

O preço do barril de crude Brent para entrega em setembro abriu hoje em baixa no Intercontinental Exchange Future de Londres (ICE), situando-se nos 109,35 dólares, menos 0,23 dólares do que no fecho da sessão anterior.