A bolsa de Lisboa encerrou em queda, penalizada sobretudo pela banca e pela PT. O PSI20 caiu 0,44% para 6.063,45 pontos.

O BPI caiu 1,47% para 1,07 euros, o BES desceu 1,26% para 0,78 euros e o BCP escapou, acabando estável, nos 10,6 cêntimos. A maior queda da sessão coube ao outro banco cotado no principal índice da praça nacional: o Banif, que deslizou 3,45% para 0,11 euros.

Também a queda de 1,23% para 3,54 euros da Portugal Telecom contribuiu para as perdas da bolsa.

No vermelho merecem ainda referência a Galp, que cedeu 0,4% para 12,45 euros, depois de ontem ter anunciado que assegurou a concessão de nove blocos no Brasil, em parceria com a Petrobras e a BG Group, e a Jerónimo Martins, cujas ações desceram 0,33% para 16,80 euros. A joint-venture que une o grupo de distribuição português à Unilever anunciou hoje a descontinuação da sua unidade fabril de Sacavém, e o investimento de 22 milhões no reforço da unidade em Santa Iria da Azóia.

No vermelho fecharam a EDP e a Sonae. A elétrica caiu 0,35% para 2,61 euros e a retalhista 0,53% para 76,5 cêntimos.

Fora do PSI20, o destaque do dia vai para a SAD do Benfica. As ações encarnadas afundaram 10,34% para 78 cêntimos cada uma, depois de o clube da Luz ter perdido a final da Liga Europa, disputada ontem com o Chelsea por duas bolas a uma.

No resto da Europa, as principais praças encerraram em queda ligeira, mantendo-se próximas do novo máximo desde junho de 2008 atingido ontem. A maior descida, de Madrid, ficou-se pelos 0,44%. No verde só mesmo Milão e Frankfurt, mas com ganhos ligieros.