A ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, reiterou a necessidade das medidas alternativas ao chumbo do Tribunal Constitucional, essenciais, segundo a governante, para o sucesso na conclusão do programa da troika.

No debate que decorre esta tarde no Parlamento em que os deputados discutem o Orçamento Retificativo e a Constituição Especial de Solidariedade (CES), a governante sublinhou que a CES é uma medida «insuficiente por si só, porque não compensava totalmente o buraco deixado pelo chumbo do TC, e «não resolveria o problema de fundo, o risco que o atual nível de despesa que o sistema público de pensões apresenta».

A ministra voltou a sublinhar que há algumas reformas em preparação, através de um grupo de trabalho coordenado pelo secretário de Estado da Administração Pública, José Leite Martins e que conta com um grupo de especialistas. «A 4 meses do fim do programa da troika é decisivo para a conclusão do programa com sucesso», rematou Maria Luís Albuquerque.