«As práticas de gestão quer a nível do grupo, quer a nível do banco (…) em claro incumprimento», responsabilizando, assim, «o grupo e os seus administradores, nas causas e nas consequências».  


Governo teve necessariamente de ter colaborado no processo





«Persiste um equivoco na opinião publica sobre a resolução: que fique absolutamente claro, que qualquer uma das medidas teria exatamente as mesmas consequências para acionistas e credores subordinados, as mesmas perdas». «As diferenças são sobre quem suportar o ónus das perdas de intervenção pública». 






Nacionalização? «Nunca»

«A nacionalização não é prorrogativa do BdP. É do Governo que, em todo o caso, nunca estaria disponível para aceitar. Que fique claro». Já as outras três opções são de iniciativa do supervisor, reforçou.


«O BCE podia ter dito ‘têm uma semana para resolver o problema’. Ou resolver o problema 'aqui e agora’». E isso dava «leques de opção diferentes». «A opção foi de retirada imediata do estatuto de contraparte». Portanto, segundo a ministra, não houve tempo para outra coisa.










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