Portugal registou, em março, a quarta maior quebra percentual na taxa de desemprego homóloga – de 9,7% para 7,4% –, tendo o indicador recuado quer na zona euro, quer na União Europeia (UE), segundo o Eurostat.

Na zona euro, a taxa de desemprego recuou, em março, para os 8,5%, face aos 9,4% homólogos, e na UE diminuiu para os 7,1%, na comparação com os 7,9% de março de 2017.

Em ambas as zonas, a taxa de desemprego manteve-se estável face a fevereiro.

Em termos homólogos, os maiores recuos registaram-se em Chipre (de 12,3% para 9,1%), seguindo-se a Grécia (de 23,2% para 20,6% – dados de janeiro), a Croácia (de 11,8% para 9,4%) e Portugal (de 9,7% para 7,4%).

As taxas de desemprego mais baixas registaram-se na República Checa (2,2%), em Malta (3,3%) e na Alemanha (3,4%), enquanto as mais altas se observaram na Grécia (20,6% em janeiro) e Espanha (16,1%).

Segundo o gabinete de estatísticas da UE, o desemprego jovem homólogo recuou na zona euro de 19,4% para 17,3% e nos 28 Estados-membros dos 17,3% para 15,6%.

As taxas mais baixas registaram-se na Alemanha (6,1%), na República Checa (6,8%) e na Holanda (7,0%) e as mais altas na Grécia (42,3% em janeiro), Espanha (35,0%) e Itália (31,7%).

Em Portugal, a taxa de desemprego entre as pessoas com menos de 25 anos foi de 21,3%, face aos 21,2% de fevereiro e aos 22,9% de março de 2017.